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9.1.16

MUSEU DE LUXEMBURGO: um museu no trajeto do ônibus 63

Fã incondicional e leitora assídua do Conexão Paris, coloquei em prática a sugestão do blog de percorrer a cidade em uma linha de ônibus convencional. Foi dessa maneira que embarquei no ônibus 63, nas proximidades da Gare de Lyon. A intensão era fazer todo o trajeto olhando através da janelinha, porém, diante da igreja/praça de Saint-Sulpice eu desembarquei. A caminhada até o Jardim de Luxemburgo leva poucos minutos. No meu caso, que considero viajar ser mais que conhecer os pontos turísticos, envolveu uma esticadinha pelas redondezas. Demorou um pouco mais e resultou em contentamento!  


FOTO MB: GARE DE LYON - O PONTO DE ÔNIBUS FICA NA PRIMEIRA TRANSVERSAL


FOTO MB: SAINT-SULPICE. É OU NÃO PRA DESCER O ÔNIBUS?

Ao final da caminha pela estreita Rue Férou chega-se ao Museu de Luxemburgo, mas preferi seguir pelas ruas de Mézières e Bonaparte e desfrutar das livrarias do caminho. Demora um pouquinho mais.


FOTO MB: OS JARDINS DE LUXEMBURGO, AINDA QUE NO INVERNO, É LOCAL DE LAZER PARA OS PARISIENSES. SEM CONTAR A EXUBERÂNCIA DO PALÁCIO SEDE DO SENADO FRANCÊS


 FOTO MB: NAS MESAS, CONVERSA E JOGO DE DAMAS



FOTO MB: A FACHADA DO MUSEU - PARA AGENDA DE EXPOSIÇÕES SIGA O FACEBOOK DO MUSEU https://www.facebook.com/Mus%C3%A9e-du-Luxembourg-Paris-official-69628911730/?notif_t=fbpage_

Bom, duas horas depois estava eu de volta ao mesmo ponto de ônibus que desembarquei para retomar a jornada. E lá fui eu, olhando pela janelinha as ruas de Paris!


FOTO MB: NO TRAJETO DO 63 TEM TORRE EIFFEL, PALAIS DE TOKYO [estava acontecendo a Fashion Week Paris]; PONTE E PRAÇA ALMA; INVÁLIDOS; ASSEMBLÉIA NACIONAL; BRASSERIE LIPP... OPS! DESCI DO ÔNIBUS NOVAMENTE


FOTO MB: A BRASSERIE LIPP TEM SERVIÇO IMPECÁVEL E MUITA TRADIÇÃO. EM CADA PLACA UMA REGRA DA CASA, DENTRE ELAS, A RESTRIÇÃO AOS REFRIGERANTES, A PROIBIÇÃO DE CELULAR...





MUSEU GEORGE POMPIDOU E JEFF KOONS

FOTO MB EM FEVEREIRO DE 2015
Vamos ao Pompidou? Se sim, vocês estará à caminho do que os parisienses chamam de Beaubourg, ou seja, uma grande esplanada com uma edificação de canos e tubos aparentes que causa polêmica na cidade desde a sua instalação, em 1977. O Centre George Pompidou abriga museu de arte moderna, biblioteca pública, cinema, restaurante... É programa para uma tarde inteira...

FOTO MB: A ESPLANADA - PLACE GEORGES POMPIDOU
Você pode chegar lá facilmente de metrô -  Rambuteau (linha 11), Hôtel de Ville (linhas 1 e 11) e escolher entrar pela Rue de Renard. Tem menos fila.
FOTO MB: O MOVIMENTADO HALL E BILHETERIA
FOTO MB: A VISTA DA CIDADE ATRAVÉS DO VIDRO E DO METAL DO ÚLTIMO ANDAR
Tive a oportunidade de visitar a exposição de Jeff Koons e, confesso, de me encantar com a sua capacidade de transmitir fragilidade e leveza por meio do aço polido.
FOTO MB
Outros artistas, tais como Malachi Farrell ["Ateliê Clandestino" - documentário arte], me impressionam até hoje. A agenda do Centre Pompidou está disponível no site https://www.centrepompidou.fr/

25.4.15

PARIS NO INVERNO: APROVEITE PARA IR AO LOUVRE

Pela primeira vez visitei Paris no inverno e não tive dúvidas em dedicar esses poucos dias aos museus. Isso porque a lembrança do colorido da primavera e do ânimo das pessoas no verão teimava em me afastar das ruas, ainda que o frio fosse ameno para os padrões europeus e não houvesse neve.

O saldo foi positivo: Bati ponto no Louvre, sem fila para entrar e tendo em mãos o ingresso comprado com antecedência na FNAC do Centre Commercial Beaugrenelle - 11 rue Linois. Poderia ter adquirido o Paris Museum Card, mas não era o melhor custo benefício para a minha proposta. O ingresso permite sair e voltar ao Museu no mesmo dia. No hall de entrada, ponto de partida para a visitação, você encontra uma super estrutura de atendimento ao visitante. É ali que se tem a dimensão da grandiosidade do lugar que você entrou! Parece simples, mas escolher por qual pavilhão começar [Sully, Denon ou Rechelieu] pode ser um dilema. Então, se preferir, opte por audio-guia ou estipule um roteiro prévio. A internet está repleta de dicas para isso.

FOTO MB: LOUVRE - AULA DE HISTÓRIA DA ARTE


Enfim, caminhando sem o compromisso de estudar, de encontrar Vitória (de Samotrácia), Vênus (de Milo) e Monalisa, me perdi (literalmente) naqueles corredores. Tal fato não causou qualquer desconforto já que estava diante de uma arquitetura belíssima e cercada de arte que produz conhecimento e favorece a contemplação... Estar perdido, neste caso, significa diversão! E foi assim que, sem pressa, passei horas circulando nos quatro andares do Museu, entre Antiguidades Gregas, Romanas, Etruscas, Egípcias, do Oriente, Arte Islâmica, gravuras, desenhos, pinturas, esculturas e artes decorativas. Lá só não se vê os impressionistas e as vanguardas dos séculos XIX e XX (Cubismo, Futurismo, Expressionismo, Dadaísmo e Surrealismo) que estão no Museu d´Orsay.

FOTO MB: O MÁRMORE É MACIO COMO ARGILA PARA OS CLÁSSICOS


FOTO MB: O LOUVRE É BONITO POR DENTRO E POR FORA - VEZ OU OUTRA É BOM OLHAR PELA JANELA PARA VER A CIDADE
FOTO MB: AÍ VOCÊ SENTA UM POUCO PARA RETOMAR O FÔLEGO E CONCLUI QUE A HUMANIDADE É BRILHANTE! 
Depois de seis horas, com uma única paradinha para um sanduíche na tradicional Boulangerie Paul do Louvre (simples, rápido e gostoso!) deixei o Museu. Vi tudo? Não. Voltarei? Todas as vezes que puder!

FOTO MB: A GRANDE ODALISCA - NEOCLÁSSICO - JEAN-AUGUSTE DOMINIQUE INGRES

2.4.15

PLANEJAMENTO DE FÉRIAS:como transformar um único destino em quatro!

No início de 2015 eu tinha 20 dias de férias entre um compromisso no Rio de Janeiro e outro em Lisboa. O fato despertou meu lado viajante que não se conforma em arrumar mala duas vezes em tão curto espaço de tempo e, sem me preocupar com a viabilidade da coisa, decidi que seria uma única mala com capacidade de me manter fora de casa por vários dias consecutivos e de temperaturas que variariam de 30 a -2 graus. Dá para imaginar o meu sorriso de satisfação?

Foto MB: Paris no inverno - janeiro de 2015

Para viabilizar a “ideia brilhante” tive que identificar boas oportunidades ao custo de muitas horas diante do computador. O primeiro passo foi comprar passagem ida e volta Curitiba – Rio, afinal, eu sabia exatamente quando deveria ir para o casamento do meu sobrinho e estar de volta a tempo de começar o novo semestre de aulas. O desafio seguinte foi encontrar a melhor tarifa para o trecho Rio – Lisboa. Foi aí que numa simulação de compra percebi a chance de uma escala em Paris sem aumentar o valor da passagem (aquela coisa de pesquisar por múltiplos destinos, sabe?) Assim ficou resolvido: Rio – Paris  Lisboa – Rio. Nesse momento, além do sorriso, os olhos brilharam!

Foto MB:Castelo de São Jorge visto do Bairro Alto - Lisboa

A etapa seguinte incluía o levantamento geográfico e escolha de hospedagem. Ahhhh, diante do mapa, como não ver que Sevilha está tão perto de Lisboa?  Foi quando lembrei do meu projeto de conhecer as quatro Comunidades espanholas de “nacionalidade histórica” (que começou em 2011, quando passei três dias em Barcelona). Foram poucos dias de Catalunha, mas o suficiente para conhecer Gaudí. Quatro anos depois, era chegada a vez da Andaluzia. Uma pequena mostra, porque só caberia a capital Sevilha no tempo disponível. E foi dessa forma inevitável que a cidade entrou no roteiro! Ainda lamento não ter aproveitado a conexão em Amsterdã para conhecer a cidade... mas, vamos combinar, Rio de Janeiro, Paris, Lisboa e Sevilha já estava de bom tamanho! 
   
Foto MB: Nas Setas de Sevilha

2.1.13

SHADES OF GREY: ILUSÃO OU REALIDADE?

Há muito admito minha predileção por lugares que seguem majestosos apesar do tempo. Um encantamento que, muitas vezes, me faz sentir como se estivesse voltando do futuro para registrar tais momentos.
NÃO SAIO ÀS RUAS COM O OBJETIVO DE FOTOGRAFAR COISAS DO TIPO. SIMPLESMENTE É O CONTEXTO QUE ME REMETE. FOI ASSIM, POR EXEMPLO, NO CHILE;
EM COLONIA DEL SACRAMENTO, QUANDO ENTREI NO RESTAURANTE MÉSON DE LA PLAZA OU ME DEPAREI COM ESSE MODELO DE CARRO QUE JÁ ERA ANTIGO QUANDO NASCI.
EM SÃO PAULO, QUEM PODERÁ DIZER, SEM OBSERVAR COM BASTANTE ATENÇÃO, QUE A ESTAÇÃO DA LUZ  FOI FOTOGRAFADA EM 2012?
O QUE DIZER DE PARIS? OK, PARIS É COVARDIA. MAS BASTA ESQUECER QUE A TORRE EIFFEL NEM SEMPRE TEVE ILUMINAÇÃO QUE ESTAREMOS EM 1889, NA SUA INAUGURAÇÃO.
 E ASSIM VAMOS NÓS VIAJANDO NO TEMPO. SEJA EM SÃO FRANCISCO DO SUL (SC)
OU EM ANTONINA (PR). O MAIS LEGAL DISSO TUDO É EXERCITAR O OLHAR E IR  ALÉM DAQUILO QUE SE APRESENTA. NA MINHA OPINIÃO, ESSE É O ITEM ESSENCIAL, AQUELE QUE NÃO PODE FALTAR NA MALA DE QUALQUER VIAJANTE.
FOTOS MB

28.12.12

OS IMPRESSIONISTAS NO CCBB-RJ ANTES DO VALE CULTURA

Em 2011 o Musée d'Orsay esteve parcialmente fechado para obras. Naquela ocasião, a Prefeitura de Paris organizou uma exposição para mostrar a cidade entre 1848 e 1914, registrada por gênios impressionistas: Boldini, Pissaro, Renoir, Monet, Degas, Toulouse-Lautrec, entre outros.

FOTO MB: FACHADA DO CCBB-RJ

Um ano depois, voilà! Impressionismo - Paris e a modernidade está em terras estrangeiras. E em poucas terras, já que São Paulo, Rio de Janeiro e Madri foram as escolhidas. Não precisa dizer que é imperdível para quem conhece e para quem não conhece Paris.


FOTO MB: NO TÉRREO É POSSÍVEL FOTOGRAFAR OS CENÁRIOS

A exemplo do Musée d’Orsay, também não permitem tirar fotos lá dentro. Mas, obras de arte podem ser apreciadas e guardadas na memória da gente. Então, vai perder?


Texto de apresentação da Curadoria do Museu:

Enquanto a velha Paris se apaga sob a influência do barão Haussmann, os pintores Jongkind e Lépine, Manet e Degas, Monet e Renoir, Pissarro e Gauguin, apaixonam-se pela cidade e pela sua vida frenética. Novos temas surgem para os artistas, com boulevards, ruas e pontes animados por um movimento incessante, jardins públicos, vibrantes mercados cobertos e a céu aberto, retraçados sob o céu cinza, bem como grandes lojas e vitrines, iluminadas a gás ou eletricidade, estações de trem, cafés, teatros e circos, corridas, sem falar dos bailes e noitadas mundanas...

Através destes lugares, os artistas pintam igualmente todas as camadas da sociedade: austeras famílias burguesas na obra de Fantin-Latour, burguesia mais elegante e frequentadora dos lugares da moda, moças da fina sociedade tocando piano em Renoir, prostitutas que rodam a bolsinha e sobre as quais artistas como Degas, Toulouse-Lautrec ou Steinlen lançam um olhar livre de qualquer julgamento moral e até empático, como em Toulouse-Lautrec.

Entretanto, a atração pela natureza e o desejo de fugir da cidade também se manifestam de modo imperativo... São os mesmos artistas que se voltam para os temas mais “naturais” das cercanias de Paris (Monet, Bazile, Renoir, Sisley para Fontainebleau, Monet para Argenteuil, Pissarro para Pontoise…). A busca por novas aventuras picturais conduz ao refúgio na região do Midi (Van Gogh, Gauguin e Cézanne) ou na Bretanha (Gauguin, Bernard), ao passo que os artistas do movimento Nabi privilegiam a intimidade de universos interiores.


SERVIÇO:
Até 6 de janeiro de 2013
Centro Cultural Banco do Brasil - RJ  (o CCBB fica aberto até às 21:00hs) - entrada gratuita

Em fevereiro
Fundação Mapfre - Madri - de 6 de fevereiro a 25 de maio de 2013

Em julho
Musée d’Orsay - 1 rue de la Légion d’Honneur - 75007 - Paris 

20.12.11

MARAIS: O TÚNEL DO TEMPO


FOTO MB: RUE DE SÉVIGNÉ - ENTRADA PARA A PLACE DES VOSGES

Caminhar pelo Marais é pra lá de agradável. Visitar a Place de Vosges, que está lá desde que foi construída por Henry IV (1609), foi o mesmo que brincar de túnel do tempo: são 36 casas, inclusive a de Victor Hugo (Hôtel de Rohan-Guéménée). Uma visita ao Museu Carnavalet (Hôtel Carnavalet - 23 rue de Sévigné), é uma aula sobre o cotidiano histórico da cidade e de arquitetura. Por lá estão outras ex-casas da nobreza francesa, ou seja, sem o toque de Haussmann, transformadas em Hotel d’Albret, Hotel de Coulanges, Hotel Lamoignon (com a biblioteca histórica) e o Hotel Donon (Museu Cognacq-Jay).

FOTO MB: O comércio atrai os frequentadores da região central, jovens descolados e executivos. Ou seja, apesar das lojas terem fachadas preservadas (na cidade, elas são classificadas) o que se encontra dentro agrada aos paladares mais modernos.

24.11.11

O DIAS DAS FEIRAS LIVRES, SACRÉ-COEUR E MOULIN ROUGE


FOTO: MB

Planejei uma ida ao Sacré-Coeur. Já havia assistido parte de uma missa na Notre Dame, com coral e texto em latim, e fiquei encantada. No caminho, pelo Boulevard Richard Lenoir, encontrei o MARCHÉ BASTILLE. Marché em Paris é uma instituição e como meu princípio básico de viagem é desfrutar do cotidiano da cidade parei ali para conhecer. Eu, que sou fã de feira livre, me lambuzei. Achei lindo, grande e colorido, com seus produtos típicos regionais, várias barracas de produtos turcos, comidinhas, frutos do mar, frios etc. De algumas barracas, ofereciam "provas" e buscavam saber de onde eu vinha. "Brasil! Ronaldo!", diziam. Basta dizer que perdi a hora da missa! Sacré-Coeur foi adiado para o dia seguinte, sem a sensação de perda.


FOTO: MB - Abesses

No dia seguinte, saí do hotel sabendo que deveria buscar as estações Anvers ou Abesses (ambas próximas ao Funiculaire de Montmartre, já que queria me poupar das escadarias). Escolhi Anvers. Gracinha de lugar, famoso pelos seus pintores e por seus cabarés, é de Montmartre que se tem a melhor vista de Paris. A missa e o interior da Igreja não me causou encantamento, já a caminhada pela rua da esquerda, até chegar na praça do Tertre (dos pintores), subir e descer as outras escadarias do bairro, a Rue Lepic e o seu Moulin de Lagale, a Praça Blanche (a do Moulin Rouge) no boulevard de Clichy, a praça des Abbesses (estação de metro lindinha e o carrossel) e as ruas de comércio de acabamentos e de tecidos (o mercado Saint Pierre), é o máximo. Até o cemitério vale uma espiadinha.


FOTO: MB - SIM, PAGUEI ESSE MICO

Para completar a tarde-noite, era dia de MARCHÉ ANVERS. Entre as dezenas de barracas de queijos, manteigas, foie gras, embutidos, legumes, frutas e mel, destacou-se a de comida de Daomé (Reino africano situado onde hoje é o Benin). Sim, foi assim que o "feirante" denominou a comida: bolinho de feijão, camarão frito, pamonha de milho, aipim frito... tudo feito na hora, colocado em saquinhos de papel e pesado na nossa frente. Pasmem, um enorme camarão empanado = 2,50 euros.
.................................
MARCHÉ BASTILLE  - Boulevard Richard Lenoir - entre rue Amelin e rue Saint Sabin - quinta-feira de 7h às 14:30h e aos sábados de 7h às 15h. Metro Bastille.
MARCHÉ ANVERS - Anvers - sexta-feira de 15h a 20:30h
todos os marchés http://www.evous.fr/Les-marches-d-apres-midi-a-Paris,1111468.html

21.8.11

A PARIS DO MEU IMAGINÁRIO: ILE DE LA CITÉ E SAINT-LOUIS

Para Notre-Dame, a estação de metro é a Cité. Mas, quer saber? Desça na Bastille, caminhe alguns minutos pela Henri IV, atravesse a Pont de Sully para a Ile Saint-Louis e siga ora beirando o Sena ora pela Rue Saint-Louis en L´ile para um primeiro contato com o colorido quartier latin. Atravesse a Pont Saint Louis e estará na Ile de La Cité para visitar Notre-Dame, Sainte Chapelle, a Prefeitura de Paris, Conciergerie...
É por por essas bandas que encontrarás o couscous gratuito...


Floriculturas especiais...


A livraria charmosa...


Os prédios tortos...

FOTOS: MB

O "Au 60" (60 Rue St Louis en L'ile) para encontrar objetos de decoração e presentes charmosos... A Pylones, com os seus objetos de design divertido (57 Rue St Louis en L'ile)...
Ou seja, por tudo isso, foi aqui que encontrei a Paris que sempre imaginei.

NO MEIO DO CAMINHO HAVIA UMA ABERCROMBIE

Pois é, no início de maio a loja havia sido inaugurada. A quarta, da Europa. Havia fila para entrar. Na porta do belíssimo casarão, um modelo posava para fotos com quem desejasse sair dali com uma polaroide de recordação. Nunca vi nada igual: O conceito da loja é muito estranho para quem tem mais de 30 anos. Só me recuperei depois de caminhar pela Avenue Montaigne, que além de marcas como Chanel, Vuitton, Valentino e Prada, tem prédios belíssimos construídos para a elite parisiense na década de 40.

FOTO: MB - na entrada da Abercrombie

Depois de uma passadinha no hotel e novamente consultando o mapa do metro, a estação escolhida foi a Louvre-Rivoli. O objetivo era concluir a caminhada iniciada pela manhã (desde o Arco do Triunfo), agora partindo do Louvre.

AH, O LOUVRE!

FOTO: MB

A região entre o Louvre e o Palais Royal é encantamento para um dia inteirinho. Desde a Place Concorde, passando pela Place Vendôme e a Igreja de Madeleine, a cidade ferve. Também por ali, estão as ruas Rivoli, Saint-Honoré, Faubourg Saint Honoré, Royale e Des Capucines. Pelo caminho verás (e saborearás) muito da gastronomia de Paris: Fauchon, Ladurée, Angelina e Hédiard.
FOTO MB: MACARRONS DA LADURÈE

VEJA TAMBÉM OUTRAS IMAGENS QUE IDENTIFICAM PARIS

23.7.11

CORES DA NOITE DE PARIS

FOTO MB

É primavera. Não poderia ser diferente: uma caminhada de 6km, o equivalente a metade da extensão do Sena, na rive gauche durante o por do sol. No trajeto, é possível ir e vir, descer e subir por algumas das 37 pontes que atravessam o rio. Caminhar entre a Pont Neuf e a Pont de L’Alma já é o suficiente para ver Paris mudando de cor, tendo como guia o espetáculo de luzes da Torre Eiffel.

FOTO MB

Na Pont des Arts, jura-se amor eterno, ainda que se tenha esquecido de levar um cadeado. Sobre os arcos em ferro da Pont Du Carrousel, diz-se um “até breve” ao Louvre e segue-se até a Pont Royal, revendo as Tuileries, as cúpulas iluminadas do Musée de l'Orangerie e do d’Orsay. Na Pont de la Concorde, eu já estava arrependida de partir na manhã seguinte. Acabei de pensar e já avistei a Pont Alexandre III.

FOTO MB

Dela, linda e iluminada, na hora cheia, vê-se a Dama de Ferro piscar como se fosse feita de vagalumes e o teto de vidro e ferro do Grand Palais. Mais alguns passos, quase na Pont des Invalides, decidi voltar para a Bastille. Ainda assim, caminhei até a Pont de l’Alma para seguir pela Montaigne até o metro na Champs Elysées.

FOTO MB

 A PRIMEIRA TARDE - NOITE EM PARIS

2.7.11

TRÈS PARISIEN


Paris não é para turistas. 
Tem rotina, tem personalidade, tem a capacidade de encantar por si só.

SOBRE PARIS, TEM MAIS AQUI

1.7.11

BOUNJOUR, MADAME


FOTO MB 

Meus planos de petit déjeuner típico francês caiu por terra diante da oferta. Sem a menor cerimônia, provei de tudo um pouco: crepe, pão crocante, croissant, pain raisin e pain au chocolat, mel, iogurte, fruta em geléia, suco e salada. Nada tão exagerado, já que a meta do dia era percorrer o roteiro de 9,5km  indicado pelo Guia 1 do Conexão Paris, em uma caminhada entre o Arco do Triunfo e o Palais Royal.

Depois do café, o mapa do metro já estava fácil: para o Arco do Triunfo, estação Charles de Gaule - Etoile, para o final da Champs Elysées, no Rond-Point, a Franklin Roosevelt. Alguns passos dali está a Place de La Concorde com o Obelisco, antes do Jardin des Tuileries (a antiga fábrica de telhas) e de onde já é possível ver o Louvre. Depois de uma rápida subida no Arco para visualizar a “estrela” e entender o urbanismo monumental de Haussmann, segui pela Champs Elysées. Por pouco não vi a discreta placa indicativa da moradia de Santos Dumont e o Cabaret Lido.



20.6.11

A PRIMEIRA TARDE-NOITE EM PARIS

FOTO MB: CHAMP DE MARS

Cheguei em Paris quando o dia tem 14 horas e o verão ainda não começou. Seis da tarde, check-in feito, mapa na mão, sai para ver o Sena. A lição numero 1 me foi dada por uma jovem parisiense très simpática: para chegar na Torre Eiffel – Champ de Mars, atravessando o Sena, desça na estação Trocadéro. Foi assim que cheguei na Colina de Chaillot, onde havia o Convento da Visitação, destruído durante a Revolução. É nessa esplanada dos “Direitos do Homem” que está o Palais de Chailot, local da Assembléia da ONU que adotou a Declaração Universal dos Direitos Humanos, em 1948. Em seguida, o Jardim de Trocadéro, que desce até o Sena. Atravessei a Pont d'Léna e estava no Champ de Mars com a sua Torre. Pequena aos meus olhos, linda em sua base, única em sua arquitetura. Uma fila formada por mais de 300 pessoas e a perspectiva de demorar mais de duas horas para chegar ao seu topo me fez optar por vislumbrar a cidade do chão. Assim foi feito. Atravessei o Champ de Mars até a Escola Militar, admirando à esquerda, a cúpula da Igreja Saint Louis, parte do complexo Des Invalides que é formado também pelo Museu de Armas e onde está o túmulo de Napoleão.

FOTO MB: DES INVALIDES

NO MEIO DO CAMINHO HAVIA UM CARREFOUR CITY

Como ainda havia luz natural, o adiantado da hora só se fez notar diante do Carrefour City. Os parisienses entravam na loja para comprar o jantar, antes de seguirem para casa. Fiz o mesmo. Salada de penne com brocolis e salmão defumado, temperada com basílico e molho de limão (menos de 4 euros); comprei também foie gras (só porque adoro, pois a salada era suficiente para uma refeição) e um refrigerante. Era tudo o que eu queria às dez horas da noite, de um dia que começou 24 horas antes, no outro "lado" do Atlântico.

PARIS NA PRIMAVERA: YES, WE CAN.

Há poucos dias estive em Paris. Foi planejado? Não como deveria. Foi como sugere a série Europa a 50 euros por dia? Nem todos os dias. Foi, sim, uma viagem contemplativa e, acima de tudo, sublime. Vou contar tim-tim por tim-tim.

FOTO MB: DETALHE DA FACHADA DE NOTRE-DAME

O INÍCIO DA HISTÓRIA

Certo dia eu cismei que só iria para Europa se fosse utilizando milhas aéreas. Capricho, eu sei, mas foi assim que eu fui. O passo seguinte foi determinar o número de dias. Aí, entrou em cena o capricho de numero 2: deveria equivaler ao valor da passagem aérea, se paga. Uma conta rápida, considerando um hotel simples, bem localizado e com café da manhã opcional, indicou 4 noites em Paris e... 2 noites em Barcelona, voando low cost (capricho de numero 3). Pronto, passou um pouquinho da conta inicial, mas estava formatada a minha viagem ao continente europeu.



FOTO MB

ENTRE MOCHILA E MALA DE RODINHAS

Como a opção foi por uma viagem de apresentação (não se conhece Paris e Barcelona de uma só vez) e o meu jeito de viajar não se aproxima muito do turismo tradicional oferecido por agência de viagem, desembarquei no CDG no início da tarde e a primeira providência foi comprar o Paris Visite, por 5 dias, para a zona 1-6. Isso me garantiu circulação livre entre a cidade e arredores (inclusive Disney, La Vallée Village e Versailles), que acabei não utilizando. No terminal 1 do CDG, tomei o transporte do aeroporto até o terminal 3, para embarcar no trem até a Gare Du Nord. De lá, após trocar de linha, segui até a estação mais próxima do hotel – Bréget – Sabin, no 11e. arrondissement.

Saiba que sair do aeroporto de trem é mais comum do que se pode imaginar: viajei com executivos parisienses, turistas americanos e japoneses, gente, aparentemente, bastante familiarizada com a cidade. O custo-benefício é bom, cerca de 40 minutos e poucos euros, contra os 20 minutos e 17 euros gastos com o shuttle contratado para a volta. O ponto negativo é a escadaria típica do metro parisiense. O que para mim nem foi problema, pois acredito que em Paris a gente chega com a mala vazia, certo? Fui elogiada no check-in da TAM, pois minha linda mala nova e vermelha da Lansay pesou menos de 10kg.
  
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