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4.9.12

LEMBRANCINHAS DE VIAGEM OU A TERAPIA DO LÁPIS

Sabe quando tudo que se vê acaba na mala? Compra-se porque é pequeno, tem um certo charme, não custa caro e, acima de tudo, a loja foi feita para enebriar. Mas, será que vou usar? Lembre-se que há de se ter coragem para juntar e se desfazer de tanta quinquilharia acumulada (porque em casa, sem a emoção do primeiro contato visual, você descobre que é quinquilharia, sim). Depois de muito acumular, resolvi criar duas regras básicas: ímã de geladeira, só se tiver potencial para virar quadro;

FOTO MB: CHARMOSO ÍMÃ DE PARATY (RJ), QUE VIROU QUADRO

Quando estou prestes a violar a regra - ao ver beleza até onde não há - corro para um Museu. Se o instinto persistir, compro um lápis!

FOTO ACERVO MB

Lápis é uma ótima solução. Se uso até o final, serve de justificativa para retornar (Pinacoteca e MASP, me aguardem!). Outra possibilidade é comprar aquilo que usarei no dia-a-dia, mesmo que seja um bloquinho de recados, um avental, um pegador de saladas, bordados em aplique...

FOTO MB: MAIS ÍMÃS EMOLDURADOS